A justificativa de Sidônio para não deixar o governo agora
Ministro ensaia sair da Secretaria de Comunicação Social em julho para coordenar novamente a campanha de Lula
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília
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O ministro da Secom (Secretaria de Comunicação Social), Sidônio Palmeira, deve deixar o governo do presidente Lula em julho, para se dedicar integralmente à campanha de reeleição do petista. A saída do publicitário, à frente da pasta desde janeiro de 2025, é dada como certa por auxiliares do Planalto.
Sidônio poderia antecipar a partida para o início deste ano, como alguns colegas ministros fizeram.
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Segundo interlocutores, porém, ele deve deixar o cargo próximo do defeso eleitoral, que começa três meses antes do primeiro turno — neste ano, previsto para 4 de outubro.
Ou seja, a partir do início de julho e até o fim do segundo turno, em 25 de outubro, as ações de comunicação do governo e órgãos públicos ficam restritas, como determina a lei eleitoral.
Até o começo do defeso, Sidônio permanece à frente da Secom e dá continuidade à gestão. A partir de julho, deve, portanto, concentrar-se em comandar a campanha de Lula, como fez em 2022.
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