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Como petistas avaliaram o ato com Flávio Bolsonaro na Paulista

Em manifestação na avenida de São Paulo, oposição fez críticas a Lula, ilustrado como presidiário, e pediu saída de Moraes do STF

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A cúpula do PT classificou o protesto na Avenida Paulista como um palanque "forçado" da direita.
  • O ato foi considerado por eles como tendo "pouco impacto" e realizado em "tom eleitoral".
  • Críticas à imagem de Lula foram reforçadas, destacando que é fácil retratá-lo como presidiário.
  • A manifestação pediu a análise no Congresso Nacional do veto a projeto que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comandou protesto em SP REUTERS/Jorge Silva - 01.03.2026

A cúpula do PT avaliou o ato promovido por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como um palanque “forçado” da direita, executado em “tom eleitoral” e com “pouco impacto”.

A manifestação principal desse domingo (1º) ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, e incluiu críticas à imagem do presidente Lula (PT), que chegou a ser ilustrado como um presidiário.


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Sob reserva, uma liderança petista disse à coluna que “é muito fácil ilustrar o presidente [Lula] preso, mas difícil é aceitar que presidiário é quem eles apoiam“, em referência a Bolsonaro.

Aos gritos de “Fora Alexandre”, direcionados ao ministro do STF, os participantes do ato — intitulado “Acorda Brasil” — também pressionaram do veto ao projeto sobre a dosimetria, no Congresso Nacional.


A proposta, barrada pelo presidente Lula, prevê a redução das penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

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