Alcolumbre aposta no plenário do STF e não deve se manifestar até julgamento de CPMI
Expectativa é de que Senado não responda à determinação de André Mendonça e aguarde análise da corte nesta quinta-feira
R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pretende aguardar a avaliação do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação à prorrogação da CPMI do INSS sem responder à decisão do ministro André Mendonça.
A previsão foi indicada por aliados do parlamentar na véspera da votação na corte. O Supremo avalia nesta quinta-feira (26) se vai determinar a extensão do prazo para a duração da comissão.
Pelo cronograma original, a data-limite de funcionamento do colegiado é esta sexta-feira (27). Parlamentares tentaram negociar mais tempo dentro do Congresso, sem sucesso, e acabaram levando o caso ao Judiciário.
André Mendonça decidiu conceder mais 120 dias para o funcionamento da CPMI. No entanto, a decisão, por ser de caráter liminar, ainda precisa ser confirmada pelo plenário da corte.
O Senado foi notificado da decisão e tem avaliado o caso, mas a tendência é de que não haja manifestações públicas até o julgamento. Há expectativa, nos bastidores, de que o Supremo forme maioria para deixar a decisão final ao próprio Congresso.
A medida de Mendonça divide parlamentares. Os que defendem mais tempo de comissão elogiaram a condução do magistrado por garantir uma demanda partidária, enquanto outra ala considera o ato uma interferência nas competências do Legislativo.
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