Aliados criticam prisão de Bolsonaro no dia 22, número do partido dele nas urnas
Por enquanto, o ex-presidente ficará em uma “Sala de Estado” da PF, em Brasília

A prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) na Superintendência da PF neste sábado (22) gerou críticas em aliados do ex-presidente. Isso porque o número 22 é usado pelo PL, partido de Bolsonaro, nas urnas. O ex-presidente concorreu a reeleição em 2022 usando a legenda, mas agora está inelegível.
Apesar das críticas, a prisão aconteceu por que o Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal informou que a tornozeleira de Bolsonaro foi violada à 0h08 do dia 22.
Além disso, a justificativa que Alexandre de Moraes usou para a prisão também é a manutenção da ordem pública após a PF alegar risco depois da convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora.
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Desde agosto, Bolsonaro estava preso em casa, também preventivamente, no âmbito de um processo sobre obstrução de Justiça, em que o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), seu filho, é réu.
Agora o endurecimento da medida cautelar, por determinação de Alexandre de Moraes, ocorre na mesma ação penal, sendo motivada por uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também filho do ex-presidente, em frente a casa onde o ex-mandatário mora.
Além desse processo, Bolsonaro foi condenado pelo STF a mais de 27 anos de prisão por liderar uma organização criminosa. O caso ainda não chegou ao trânsito em julgado, mas isso pode acontecer na próxima semana.
Na sexta-feira, a defesa de Bolsonaro pediu a prisão domiciliar humanitária para ele no processo do golpe. Por enquanto, o ex-presidente ficará em uma “Sala de Estado” da PF, em Brasília.
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