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Aliados se dividem sobre transferência de Bolsonaro para a Papudinha

Decisão de Moraes tirou o ex-presidente de uma cela de 12m² para uma Sala de Estado-Maior com mais de 64m²

R7 Planalto|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aliados de Jair Bolsonaro mostram divisão após transferência do ex-presidente para o Complexo da Papudinha.
  • A decisão do ministro Alexandre de Moraes elevou as condições de Bolsonaro de uma cela pequena para uma sala de Estado-Maior ampla.
  • Filhos e alguns parlamentares consideram a transferência uma "crueldade" e defendem prisão domiciliar em vez de mudança de cela.
  • Outros aliados acreditam que a ação de Moraes pode ser vista como um "avanço" e criticar Moraes por causa dela é sinal de "desconhecimento".

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

FILE PHOTO: Brazil's former President Jair Bolsonaro leaves the hospital after abdominal surgery, in Brasilia, Brazil May 4, 2025. REUTERS/Adriano Machado/File Photo
Bolsonaro na Papudinha: enquanto filhos criticam transferência, aliados falam em 'avanço' Adriano Machado/Reuters - 04.05.2025

Parlamentares aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) demonstram falta de alinhamento após o ministro do STF Alexandre de Moraes transferir o ex-chefe do Executivo da Superintendência da PF para o Complexo da Papudinha.

A decisão tirou Bolsonaro de uma cela de 12m² para uma Sala de Estado-Maior com mais de 64m², com acesso à cozinha com geladeira, cama de casal, a banho de sol e espaço para exercícios físicos.


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Apesar de, na nova cela, o ex-presidente ter mais comodidades, os filhos dele e alguns parlamentares consideram que a ação de Moraes configura uma “crueldade”. O grupo sustenta que o correto seria Bolsonaro ir para a prisão domiciliar, e não ser transferido de cela.

Publicamente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) chamou Moraes de insensível e “psicopata”. Por outro lado, alguns aliados trabalharam pela transferência, visando minimizar o “sofrimento” do ex-chefe do Executivo.


Na avaliação dessas pessoas, a ação de Moraes demonstraria um “avanço”. Elas reforçam que há outro pedido de prisão domiciliar na mesa do ministro e a atitude dele de transferir o ex-presidente poderia ser um sinal de que eventualmente essa solicitação venha a ser acatada.

Esses aliados também afirmam que quem criticou a determinação de Moraes o fez por “puro desconhecimento” e classificam os levantes como “absurdos”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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