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Apesar de ‘farpas públicas’ entre Messias e Alcolumbre, governo não vê ameaça à indicação ao STF

Lula decidiu indicar o ministro da AGU no lugar de Rodrigo Pacheco, nome defendido pelos senadores

R7 Planalto|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo não vê ameaça na indicacão de Jorge Messias ao STF, apesar das trocas de farpas entre Messias e Davi Alcolumbre.
  • Messias precisa de ao menos 41 votos no Senado, onde apenas cinco nomes foram rejeitados em 130 anos de história.
  • Lula quer que Rodrigo Pacheco concorra ao governo de Minas Gerais, o que influenciou sua decisão de indicar Messias.
  • Alcolumbre afirma que o Senado atuará dentro de suas atribuições e pautará a indicação no momento oportuno.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Messias e Alcolumbre protagonizam mal-estar público Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil - arquivo e Moreira Mariz/Agência Senado

Apesar das trocas de manifestações públicas sobre a indicação de Lula pelo nome de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal), o Planalto não enxerga uma ameaça concreta contra a sabatina do atual ministro da AGU (Advocacia-Geral da União).

Para interlocutores ouvidos pelo R7 Planalto, a crise escalou mais do que o esperado, mas ainda não representa uma chance real de reprovação. O Senado só rejeitou cinco nomes ao STF em 130 anos.


Para assumir a vaga deixada por Luís Roberto Barroso na aposentadoria antecipada, Messias precisa conquistar ao menos 41 votos favoráveis no Plenário. Na recondução de Paulo Gonet à Procuradoria-Geral da República, o jurista conquistou 45 votos, apenas quatro a mais do que o necessário.

O Planalto interpretou a medida como um aviso sobre a insatisfação dos parlamentares caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fosse preterido. Mesmo com a pressão do Senado, contudo, poucos dias depois Lula oficializou a indicação de Messias. O presidente quer que Pacheco concorra ao governo de Minas Gerais nas eleições do ano que vem.


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Nesta segunda-feira (24), parte do mal-estar foi publicizado em notas públicas divulgadas pela equipe de Jorge Messias e depois respondida por Davi Alcolumbre, o presidente do Senado.

O que está nas entrelinhas, para além do tom cordial, é o poder do presidente do Senado de pautar quando quiser a indicação de Lula.


Em nota, Alcolumbre escreveu que “cada Poder da República atua dentro de suas próprias atribuições, preservando o equilíbrio institucional e o respeito aos ritos constitucionais”.

“E o Senado assim o fará, no momento oportuno, de maneira que cada senador e cada senadora possa apreciar devidamente a indicação e manifestar livremente seu voto”, adiantou.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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