As ressalvas do governo brasileiro para assinar acordo de minerais críticos com os EUA
Lula deve se reunir com Trump em meados de março; Brasil, no entanto, estabelece algumas condições para parceria
R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window e Carolina Aguiar, RECORD
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O governo brasileiro tem algumas condições para assinar um acordo de minerais críticos com os Estados Unidos — e qualquer outro país interessado nas riquezas nacionais. Segundo fontes do Palácio do Planalto, Lula não quer acordos restritivos ou de exclusividade.
A avaliação é que o Brasil tem a segunda maior reserva desses minerais do mundo, então o governo quer manter a universalidade das relações, firmando parcerias em várias frentes. Outra demanda brasileira é viabilizar que esses minerais sejam processados dentro do país e não apenas levados para fora.
O tema deve ser tratado em meados de março com Donald Trump em viagem do petista aos Estados Unidos. No começo deste ano, Lula já criticou a postura do governo norte-americano sobre o tema.
“Toda reunião [convocada pelos EUA] é para evitar que os países vendam terras raras e minerais críticos para a China. É uma briga meio escondida, mas é tudo por causa da China”, disse Lula em discurso público a filiados.
O presidente assina acordo sobre o tema com a Índia em viagem internacional desta semana. No entanto, o texto deve ser amplo, uma espécie de guarda-chuva com os objetivos dos dois países no setor, devido à incipiência do assunto no mundo. Esse será o primeiro acordo sobre o assunto firmado internacionalmente.
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