As várias opções do PT para o governo de Minas
Lula espera definição de Pacheco, mas há outras possibilidades no horizonte
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília
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O presidente Lula e o PT têm ao menos cinco opções para as eleições do governo de Minas Gerais caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD) decida, de fato, não participar da disputa.
Lula deixou de nomear o ex-presidente do Senado para o STF no ano passado com a intenção de apoiá-lo na corrida ao Palácio Tiradentes. Pacheco, no entanto, ainda não definiu se participará do pleito.
Lideranças do PT apontam que existe a possibilidade de lançar candidaturas próprias, com a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, ou a prefeita de Contagem, Marília Campos.
Também paira no horizonte a opção de apoiar candidatos de outros partidos, na intenção de priorizar nomes do PT para concorrer ao Senado pelo estado — nesse caso, Marília é uma candidata forte ao posto.
A carta do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) está no baralho, assim como a do presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB).
Há, ainda, a possibilidade de o ex-presidente da Fiesp Josué Gomes ser uma das apostas do PT para Minas — Lula tem sondado o filho de José de Alencar.
Caso frutifique, a dobradinha reproduziria, em nível estadual, as chapas presidenciais de Lula em 2002, 2006 e 2022, quando houve parceria petista com um nome bem aceito entre empresários.
Um palanque importante, Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país e é chamada de “o retrato do Brasil”. Isso porque, historicamente, quem ganha no estado vence as eleições presidenciais. Desde 1945, apenas um presidente fugiu à regra.
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