Autorizado a trabalhar, general condenado por plano de matar Lula ganha R$ 32 mil na reserva
Mário Fernandes vai trabalhar no Exército após autorização de Alexandre de Moraes; ele foi condenado a 26 anos de prisão
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O general da reserva, Mário Fernandes, condenado a 26 anos e seis meses de prisão pelo plano de matar o presidente Lula, recebe R$ 32 mil líquidos por mês. O militar foi autorizado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a voltar a trabalhar nas Forças Armadas.
Segundo apuração do R7 Planalto, Mário Fernandes deve atuar na Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército e no Centro de Doutrina do Exército. Entre outras atividades, ele deve revisar documentos doutrinários e literários e produzir textos técnicos sobre a história militar, estrutura da Força e doutrina militar.
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Fernandes foi condenado em setembro pelo STF pela trama golpista, mas ainda pode recorrer.
No processo, o general da reserva foi apontado como responsável por elaborar o plano “Punhal Verde e Amarelo”, documento que previa o assassinato do presidente Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e do ministro do STF Alexandre de Moraes.
A defesa do militar admite que ele criou o plano, mas alega que Fernandes não chegou a apresentar a medida para ninguém.
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