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‘Braille zero’: deputada bolsonarista cobra MEC por deixar 45 mil alunos sem livro

Materiais são essenciais para alfabetização, e falta deles afeta não só turmas do ensino básico como da EJA (Educação de Jovens e Adultos)

R7 Planalto|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A deputada Chris Tonietto cobra explicações do MEC sobre a falta de livros didáticos em Braille para 45 mil alunos cegos ou com baixa visão.
  • Material em Braille é essencial para a alfabetização de estudantes em turmas regulares e do EJA.
  • O requerimento deve ser respondido em até 60 dias e questiona a existência de um cronograma para resolver o problema.
  • A falta dos materiais afeta o início do ano letivo, que começou na semana passada.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Chris Tonietto (PL-RJ) questionou se existe prazo definido pelo MEC e cobrou apresentação à Câmara Lula Marques/Agência Brasil - 27.11.2024

A deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ) pediu que o ministro da Educação, Camilo Santana, explique por que a pasta comandada por ele deixou de entregar livros didáticos em Braille a 45 mil alunos cegos ou com baixa visão, segundo denúncia da Abridef (Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva).

O ano letivo começou na semana passada, e esses materiais são essenciais para a alfabetização dos estudantes. A falta deles também afeta alunos de turmas regulares, dos ensinos fundamental a médio, e da EJA (Educação de Jovens e Adultos).


O requerimento com pedido de informação apresentado pela parlamentar terá de ser respondido em até 60 dias. No documento, Chris Tonietto questionou “se existe um cronograma a ser adotado pelo MEC para sanar o problema” e cobrou que ele seja apresentado à Câmara dos Deputados.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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