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Campanha de Lula celebra empate técnico e aposta em jovens e eleitores ausentes

Queda da rejeição e medo do bolsonarismo apontados na Quaest foram bem recebidos na campanha como reforço para militância

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Pesquisa Quaest mostra diminuição da vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula, com ambos em empate técnico no segundo turno.
  • Rejeição a Flávio Bolsonaro é maior que a de Lula, com 54% dos consultados rejeitando o senador.
  • Campanha de Lula vê crescimento entre eleitores jovens e teme impacto negativo se comunicação e apoio nas ruas não surtirem efeito.
  • Apoio à militância digital e repercussão do fim da escala de trabalho 6x1 são estratégias para atrair eleitores ausentes no primeiro turno.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Campanha de Lula avaliou positivamente empate técnico com Flávio indicado na pesquisa Quaest Ricardo Stuckert/Divulgação

A campanha petista celebrou o resultado da pesquisa Quaest, que apontou uma diminuição da vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) frente ao presidente Lula (PT) no segundo turno. A nova rodada da análise eleitoral, divulgada na quarta (14), mostrou o senador com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Apesar da vantagem numérica, os dois estão em situação de empate técnico.

Além do recorte principal, outros dois pontos foram bem recebidos entre aliados de Lula: o índice de rejeição, em que 54% dos consultados disseram que não votariam em Flávio, frente a 53% de Lula; e o aumento de 3 pontos percentuais entre os eleitores que disseram ter medo do retorno da família Bolsonaro ao poder. Foram 43%, ante 40% no último levantamento, feito na véspera do primeiro turno.

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Nomes próximos ao presidente, que chegaram a ocupar ministérios ao longo da gestão, afirmaram que o resultado foi bom e que mostra uma evolução já indicada em pesquisas internas encomendadas pela legenda. Esses trackings apontam para uma diminuição na distância entre Lula e Flávio, com destaque especialmente entre os eleitores jovens.

Apesar da expectativa interna, a campanha temia que a mudança de rota na comunicação e o apoio da militância nas ruas ainda não surtissem efeito nas pesquisas eleitorais e tivesse um impacto negativo nas ações dos apoiadores. O resultado de empate, por sua vez, virou combustível entre aliados, que passaram a divulgar que a rejeição a Flávio Bolsonaro é maior do que a de Lula.

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Apoiadores também preveem manter os discursos no ambiente digital, com foco no eleitor que não foi votar no primeiro turno. E esperam pelo saldo da repercussão do fim da escala de trabalho no modelo 6x1, defendido pelo governo Lula e aprovado pelo Senado horas após a nova rodada da Quaest.

A pesquisa que motivou a reação de campanha foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, e foi registrada no TSE sob o número BR-08729/2026.

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