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Câncer levou à amputação do pênis de 2 homens por dia em 2025

Foram 871 procedimentos feitos no SUS, segundo dados levantados pelo R7 Planalto com o Ministério da Saúde

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • No ano passado, foram realizadas 871 amputações de pênis no SUS devido ao câncer no órgão genital.
  • A doença é mais comum em homens a partir dos 50 anos, com maior incidência após os 60.
  • Fatores de risco incluem má higiene, tabagismo e histórico de infecções sexualmente transmissíveis, especialmente HPV.
  • O aumento nos procedimentos sugere melhor identificação e acompanhamento na atenção primária à saúde.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pasta atribui aumento a acompanhamento dos pacientes e mais acesso à informação Secom/PMO - arquivo

No ano passado, cerca de dois homens amputaram o pênis por dia no SUS (Sistema Único de Saúde) devido a casos graves de câncer no órgão genital. Conforme mostrou o R7 Planalto, a demanda por atendimento na atenção primária à saúde aumentou mais de cinco vezes em dez anos. A doença é uma preocupação e pode ser evitada com a higiene correta.

O Ministério da Saúde, em nota à reportagem, alertou que o câncer de pênis é uma doença agressiva e mutiladora que, além de ocasionar sofrimento físico, pode ser fatal em fases mais avançadas.

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“Ele tem maior incidência em homens a partir dos 50 anos, com maior registro entre os 60 anos de idade ou mais. Em geral, inclui sintomas como sangramento, prurido e mau cheiro da genitália. A má higiene pessoal, o tabagismo e um histórico de infecções sexualmente transmissíveis, em especial pelo HPV (Papilomavírus humano), são os principais fatores associados à ocorrência do câncer de pênis”, explica.

A pasta reforça que é possível fazer o acompanhamento nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e, quando necessário, ser encaminhado para a atenção especializada.

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Segundo o Ministério, o aumento sugere uma “ampliação da identificação, acompanhamento e registro de usuários com essa condição na atenção primária, além de possível fortalecimento do acesso aos serviços e da capacidade das equipes para coordenação do cuidado”.

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