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Com resultado da eleição, Flávio Bolsonaro ficará sem cargo político pela primeira vez em 24 anos

Senador vencia eleições desde 2002, quando foi eleito deputado estadual pela primeira vez

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro ficará sem cargo político pela primeira vez em 24 anos após as eleições de 2026.
  • Ele iniciou sua carreira política em 2002 como deputado estadual no Rio de Janeiro e foi senador desde 2019.
  • Flávio disputou a presidência em 2026, liderou no primeiro turno, mas perdeu para Lula no segundo turno.
  • Flávio não reconheceu o resultado e prometeu pedir anulação devido à prorrogação do período eleitoral por falhas no transporte.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro ficará sem cargo eletivo a partir de 2027 Charles Vieira/Campanha PL - 21.10.2026

O resultado das eleições de 2026, que confirmou a vitória do presidente Lula (PT), vai deixar Flávio Bolsonaro (PL) sem um cargo eletivo pela primeira vez em 24 anos. Ele ganhava eleições desde a primeira vitória como deputado estadual no Rio de Janeiro em 2002, quando tinha 21 anos.

Flávio foi reeleito deputado estadual em outros três mandatos e ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio até 2018. Naquele ano, venceu a eleição ao Senado. O mandato foi iniciado em 2019 e chegará ao fim em 2026.

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A aposta de Flávio era para a Presidência. No primeiro turno, ele ficou à frente de Lula por 47% a 45%, diferente do que previam pesquisas, mas uma campanha histórica petista reverteu o resultado no segundo turno e a disputa acabou com Lula com 51,7% frente 48,2% de Flávio.

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Flávio disse não reconhecer o resultado da eleição e prometeu pedir pela anulação da eleição, motivado pela prorrogação do período eleitoral determinado pelo ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal). A decisão foi motivada por falhas no transporte denunciadas em diferentes cidades brasileiras, em especial São Paulo e Bahia.

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Tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio haviam pedido ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela prorrogação em cidades específicas. O presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, garantiu que a eleição foi bem-sucedida.

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