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Comissão de Ética impõe quarentena a ex-ministro de Lula substituído por Boulos

Macêdo queria atuar em consultorias e assessorias técnicas em cargos correlatos à sua experiência profissional

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Comissão de Ética Pública decidiu impor uma quarentena de seis meses a Márcio Macedo, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
  • Macedo desejava atuar em consultorias e assessorias técnicas, mas a comissão considerou que isso representaria um conflito de interesses.
  • A relatora, Marcelise Azevedo, enfatizou a proibição de Macedo de divulgar informações privilegiadas obtidas em sua função pública.
  • Mário Macedo foi substituído por Guilherme Boulos em outubro, como parte da estratégia do governo de se aproximar de movimentos sociais.

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Brasília (DF), 20/10/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com o deputado federal Guilherme Boulos e o convidou para ocupar o cargo de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Boulos irá substituir o ministro Márcio Macêdo na função. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Boulos foi escolhido por Lula para o lugar de Macêdo Ricardo Stuckert/PR - 20.10.2025

A Comissão de Ética Pública do presidente Luiz Inácio Lula da Silva votou para impedir Márcio Macêdo, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, de atuar por seis meses no setor privado.

Macêdo queria prestar serviços de consultoria e assessoria técnica no âmbito federal, em áreas correlatas à sua experiência profissional.


Para a comissão, no entanto, a ação teria conflito de interesses. Como resultado, a relatora, Marcelise Azevedo, votou pela imposição de quarentena de seis meses até que o ministro possa atuar em cargos de relações institucionais e governamentais, participação social e captação de recursos públicos.

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Além disso, a relatora ressaltou que o ex-ministro não está dispensado de cumprir a determinação da Lei nº 12.813, de 2013, que o proíbe de divulgar ou usar informação privilegiada a que teve acesso em razão das atividades públicas exercidas a qualquer tempo.


“Caso receba outras propostas de trabalho, contrato ou negócio no setor privado durante o período de seis meses de vigência da quarentena, e tenha interesse em aceitá-las, deverá comunicar o fato imediatamente a esta Comissão de Ética Pública”, diz a decisão.

Márcio Macêdo foi substituído por Guilherme Boulos em outubro, em uma tentativa do governo de se aproximar de movimentos sociais mirando as eleições do ano que vem.

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