Cúpula da CPMI do INSS trabalha em plano B para análise de dados de Vorcaro
Sem calendário para apuração do Master, comissão pode autorizar que documentos recebidos sigam para a CPI do Crime Organizado
R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

Com apenas mais dez dias de trabalho, a CPMI que apura fraudes de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) trabalha em uma alternativa para que informações ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro sigam à disposição de senadores.
A alternativa indicada pela cúpula da comissão é enviar informações do dono do Banco Master para a CPI do Crime Organizado. Um pedido para esse fim será votado na quinta-feira (19).
Se aprovado, senadores da comissão ligada ao crime poderiam solicitar acesso a documentos e informações que chegaram à CPMI, para dar continuidade na apuração relacionada ao banqueiro.
As informações relacionadas à quebra de sigilo de Vorcaro, ainda dependeriam de uma nova liberação, dado que a Polícia Federal confiscou informações que estavam na sala-cofre do Senado, pelo risco de vazamento.
Fim da CPMI
A comissão terá os trabalhos encerrados no próximo dia 28, se o pedido de prorrogação levado ao STF (Supremo Tribunal Federal) não for atendido pelo ministro André Mendonça. Parlamentares pediram que a Corte conceda mais 120 dias de investigações.
Nos bastidores, a cúpula da comissão tem otimismo com a avaliação de Mendonça. Mas a prorrogação é incerta por interferir em uma decisão que compete ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).
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