Derrotados nas urnas, favoritos nas pesquisas apontam ataques digitais e pedem investigação
Entre os materiais citados, estão montagens de fotos que os vinculavam a figuras do meio jurídico investigadas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sob alegação de terem sido alvo de conteúdos fraudulentos nas redes sociais, candidatos ao Senado que lideraram pesquisas eleitorais querem pedir ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que investigue a disseminação de publicações contra campanhas nas eleições de 2026.
Segundo esses candidatos, o impulsionamento de conteúdos com informações que consideram falsas pode ter prejudicado o desempenho nas urnas. Entre os materiais citados, estão artes que associavam políticos ao aborto e montagens de fotos que os vinculavam a figuras do meio jurídico investigadas.
As estimativas são de que ao menos R$ 3,5 bilhões tenham sido usados por legendas adversárias para bancar o impulsionamento desse material, na tentativa de minar nomes que lideravam pesquisas. Candidatos prejudicados ainda suspeitam que os valores foram empregados por partidos a partir de doações a legendas, com intuito de dificultar a fiscalização.
Um pedido para investigar o rastreio das postagens está em fase de elaboração e deve ser levado à Corte. Candidatos não eleitos ainda devem discutir o modelo a ser apresentado por partidos políticos.
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