Direita avalia mudar estratégia para eleger ao menos um senador em São Paulo
Entrada de Haddad como candidato pode causar revisão da estratégia da direita para evitar divisão de votos
R7 Planalto|Do R7, em Brasília
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A entrada do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), no cenário eleitoral de São Paulo como possível candidato ao Senado provocou reação entre dirigentes de partidos de direita, que agora avaliam rever a estratégia para garantir a eleição de ao menos um senador pelo estado.
O realinhamento das forças ocorre diante da expectativa de desempenho eleitoral de Haddad. A leitura entre lideranças é a de que, caso a direita não se organize em torno de um único nome — em vez de lançar vários candidatos —, a divisão de votos pode levar o campo conservador a ficar sem nenhuma das duas vagas em disputa, já que a esquerda tende a assegurar uma delas.
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São Paulo tem o maior colégio eleitoral do país, com 34,4 milhões de eleitores. Sem Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na disputa, partidos ligados à direita cogitam lançar candidaturas próprias, o que pode aprofundar a fragmentação dos votos.
Uma das estratégias em análise é concentrar forças em torno de uma única candidatura, preferencialmente de um nome mais ao centro e menos identificado com posições radicais. Há dúvidas, inclusive, se Guilherme Derrite (PP) teria força suficiente para conquistar uma cadeira no Senado pelo campo da direita.
Esse cenário foi apresentado a Jair Bolsonaro nas últimas visitas que recebeu na Papuda. O ex-presidente demonstrou preocupação, uma vez que aposta na formação de uma bancada robusta no Senado neste ano.
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