Eduardo Leite é o oitavo governador a desistir das eleições para continuar no cargo em 2026
Gaúcho se soma a outros chefes do Executivo que seguirão no comando dos estados e não podem tentar reeleição
R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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Preterido pelo PSD para a disputa ao Planalto, Eduardo Leite seguirá como governador do Rio Grande do Sul até o fim do ano, sem planos para disputar um outro cargo político em 2026.
O gaúcho é o oitavo chefe do Executivo local nessa posição. Além dele, governadores de sete estados optaram por encerrar os respectivos mandatos, como o correligionário Ratinho Jr., no Paraná.
Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte, Wanderlei Barbosa (Republicanos), no Tocantins, e Paulo Dantas (MDB), em Alagoas, também fazem parte da lista.
A relação conta, ainda, com Wilson Lima (União) no Amazonas, Carlos Brandão (sem partido), no Maranhão, e Coronel Marcos Rocha (PSD), de Rondônia.
Por estarem em segundo mandato, eles atingiram o limite de disputas para seguir como governadores e, caso quisessem concorrer a outro cargo, precisariam deixar a função até 4 de abril. Todos optaram por encerrar os governos.
No caso do maranhense Carlos Brandão, ainda pesa uma análise na Justiça. Um pedido para que seja afastado do cargo por suposto nepotismo tramita no STF (Supremo Tribunal Federal), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
No passado, o magistrado afastou cinco parentes do governador, que ocupavam cargos em secretarias.
Governadores que vão concorrer
Em outra frente, dez governadores que foram reeleitos em 2022 anunciaram a saída dos cargos para concorrer a uma função política em outubro. Veja a seguir:
- Romeu Zema (Novo-MG): foi o primeiro a deixar o cargo, em 22 de março, e é pré-candidato à Presidência;
- Cláudio Castro (PL-RJ): renunciou o cargo no dia 24 de março e pleiteia disputar o Senado, mas está inelegível, por decisão do TSE, por abuso de poder político e econômico. Ele vai recorrer.
- Antônio Denarium (PP-RR): renunciou o cargo no último dia 27 e também planeja disputar o Senado. Também pode ser julgado pelo TSE, por abuso de poder econômico e político.
- Ibaneis Rocha (MDB-DF): deixou o cargo em 30 de março e quer disputar uma cadeira ao Senado.
- João Azevedo (PSB-PB): deixou o cargo, no dia 30, de olho no Senado.
- Ronaldo Caiado (PSD-GO): sai do cargo no dia 31, para ser candidato à Presidência;
- Mauro Mendes (União-MT): também sai do argo no dia 31 e planeja concorrer ao Senado;
- Gladson Cameli (PP-AC): anunciou saída do cargo no dia 2 de abril e também planeja disputar o Senado;
- Helder Barbalho (MDB-AP): também deixará o posto no dia 2 de abril, de olho no Senado.
- Renato Casagrande (PSB-ES): também quer disputar o Senado, mas não anunciou data para entrega do cargo.
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