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Eleições: Marília Arraes arruma as malas para sair do Solidariedade

As articulações para mudança de partido teriam sido iniciadas por seu aliado Túlio Gadelha (Rede-PE)

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Marília Arraes, atual vice-presidente do Solidariedade, planeja mudar de partido para o PDT visando a candidatura ao Senado em 2026.
  • A articulação para a troca de partido foi iniciada por seu aliado Túlio Gadelha (Rede-PE).
  • Ela mantém sua candidatura, que é bem avaliada nas pesquisas, com intenções de voto variando de 36% a 41%.
  • Marília permanece entre as favoritas, superando outros candidatos como Humberto Costa e Eduardo da Fonte.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Marília Arraes (SD) e presidente nacional do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SD) Solidariedade Nacional/Divulgação - Arquivo

A ex-deputada federal e atual vice-presidente do Solidariedade, Marília Arraes, enfrenta obstáculos para viabilizar seu projeto de disputar o Senado em 2026 na chapa encabeçada por João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco. Dois fatores pesam contra a empreitada: a composição do grupo de Campos, praticamente fechada, e a indefinição do Solidariedade quanto às estratégias e nomes no estado.

De acordo com fontes ouvidas pelo R7 Planalto, Marília estaria “80% decidida a deixar o Solidariedade rumo ao PDT”. As articulações teriam sido iniciadas por seu aliado Túlio Gadelha (Rede-PE). O presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, indicou haver um plano estruturado para que a ex-deputada concorra ao Senado Federal, seja em aliança com Campos ou ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD).


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À interlocutores, a ex-petista tem afirmado que não considera abrir mão da candidatura, que aparece bem posicionada nas pesquisas e figura entre as favoritas.

No levantamento mais recente do Datafolha, divulgado em 6 de fevereiro, Marília surge com índices que variam de 36% a 41% das intenções de voto, a depender do cenário testado. O senador Humberto Costa aparece na sequência, com percentuais entre 25% e 26%.


Depois vêm Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil), ambos com 18%. Armando Monteiro (Podemos) registra 12%. Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado (PL) marcam 11% cada. Silvio Costa Filho (Republicanos) soma 10%, enquanto Jô Cavalcanti (PSOL) tem 3% e Fernando Dueire (MDB) aparece com 2%.

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