Eleições: Marília Arraes arruma as malas para sair do Solidariedade
As articulações para mudança de partido teriam sido iniciadas por seu aliado Túlio Gadelha (Rede-PE)
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A ex-deputada federal e atual vice-presidente do Solidariedade, Marília Arraes, enfrenta obstáculos para viabilizar seu projeto de disputar o Senado em 2026 na chapa encabeçada por João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco. Dois fatores pesam contra a empreitada: a composição do grupo de Campos, praticamente fechada, e a indefinição do Solidariedade quanto às estratégias e nomes no estado.
De acordo com fontes ouvidas pelo R7 Planalto, Marília estaria “80% decidida a deixar o Solidariedade rumo ao PDT”. As articulações teriam sido iniciadas por seu aliado Túlio Gadelha (Rede-PE). O presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, indicou haver um plano estruturado para que a ex-deputada concorra ao Senado Federal, seja em aliança com Campos ou ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD).
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À interlocutores, a ex-petista tem afirmado que não considera abrir mão da candidatura, que aparece bem posicionada nas pesquisas e figura entre as favoritas.
No levantamento mais recente do Datafolha, divulgado em 6 de fevereiro, Marília surge com índices que variam de 36% a 41% das intenções de voto, a depender do cenário testado. O senador Humberto Costa aparece na sequência, com percentuais entre 25% e 26%.
Depois vêm Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil), ambos com 18%. Armando Monteiro (Podemos) registra 12%. Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado (PL) marcam 11% cada. Silvio Costa Filho (Republicanos) soma 10%, enquanto Jô Cavalcanti (PSOL) tem 3% e Fernando Dueire (MDB) aparece com 2%.
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