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A indefinição por mandato-tampão no Rio: Fux afeta os planos do PT e do PL

Novo prazo foi tema de conversa entre representantes de partidos, por impedir disputa de André Ceciliano (PT) e Douglas Ruas (PL)

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mudanças na eleição indireta no Rio frustram os planos do PT e do PL para mandato-tampão de governador.
  • Ministro Luiz Fux, do STF, aumentou prazo de compatibilização para 180 dias, dificultando a candidatura de secretários.
  • Representantes dos partidos discutem a situação e consideram recorrer da decisão de Fux.
  • A situação depende da possível renúncia do atual governador Cláudio Castro, que ainda está sob análise.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sóstenes Cavalcante (PL) e Lindbergh Farias (PT) conversaram sobre decisão de Fux ligada a mandato-tampão no RJ Reprodução/TV Senado - 19.03.2026

As mudanças na eleição indireta no Rio de Janeiro frustraram os planos do PT e do PL para candidatos a um eventual mandato-tampão de governador.

As alterações foram definidas pelo ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal) e se tornaram tópico de conversa entre representantes dos dois partidos durante a CPMI do INSS.

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Sóstenes Cavalcante, líder do PL, e Lindbergh Farias, que ocupou a mesma posição no PT, abordaram o assunto nesta quinta-feira (19).

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Em conversa reservada, consideraram que o aumento do prazo de compatibilização para 180 dias — em vez de 24h — impede a disputa de André Ceciliano (PT) e de Douglas Ruas (PL).

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Os dois são secretários, no Planalto e a nível estadual, respectivamente, e não teriam tempo suficiente longe dos postos para participar da eleição.

Conforme apurou o R7 Planalto, o PL considera tentar um recurso à decisão de Fux. A avaliação do ministro ainda será analisada por outros magistrados, mas está em vigor. Ele alterou parte da eleição indireta no Rio de Janeiro.

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As duas legendas se preparam caso Cláudio Castro (PL) renuncie o cargo. A decisão ainda está sob análise do governador.

Por não ter vice, caso opte por deixar o cargo, a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) precisará fazer um processo de eleição indireta, para indicar um substituto até o fim do ano.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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