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Em ano eleitoral, Saúde vai investir R$ 260 mi em residência e capacitação de médicos

Valores são divididos em três frentes: incentivo de permanência para residentes, e os programas Mais Residências e ValorizaGtes

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério da Saúde investirá R$ 260,8 milhões em residência médica e capacitação de profissionais.
  • Recursos serão alocados em incentivos para residentes, programa Mais Residências e ValorizaGtes-SUS.
  • A certificação de hospitais de ensino visa melhorar a formação de novos especialistas.
  • O objetivo é levar médicos para áreas com dificuldade de acesso, aumentando a presença em vazios assistenciais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Felipe Proenço defende residência como caminho para qualificar médicos Reprodução/Ministério da Saúde - arquivo

O Ministério da Saúde vai investir este ano R$ 260,8 milhões em residência médica e capacitação dos profissionais. A medida foi anunciada pelo Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, em entrevista exclusiva com o R7 Planalto.

A medida é uma das estratégias da pasta para garantir o bom atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde), principalmente depois da divulgação dos resultados do Enamed (Exame de Avaliação da Formação Médica) que divulgou que quatro em cada dez estudantes não obtiveram a nota mínima de proficiência nas questões.


A verba será dividida em três frentes: incentivo de permanência para residentes, como auxílio-moradia, programa Mais Residências, e ValorizaGtes-SUS — ação focada em fortalecer a gestão do trabalho e a educação técnica na saúde.

Outra medida anunciada por Proenço é a certificação de hospitais de ensino que possuem qualidade de formação de novos profissionais.


“Com esse processo a gente tá fazendo investimento também para qualificar esses cenários de prática. Pela primeira vez o Ministério da Saúde está investindo em pagamento de coordenador de programa de residência e de preceptor de programa de residência. Ou seja, é reconhecimento para esse profissional que está formando o novo especialista”, conta.

O secretário detalha que o Ministério também está com um financiamento para as comissões estaduais de residência, “para que elas tenham condições de dar suporte aos programas de residência nas suas localidades”.


Isso porque um dos objetivos da pasta é também levar as especialidades médicas para os chamados vazios assistenciais, locais de difícil acesso e com demanda por esses profissionais.

“Eu diria que o investimento que está sendo feito na residência médica agora por parte do Ministério da Saúde, sempre junto das diretrizes do Ministério da Educação, é um investimento inédito”, afirma.


Leia mais

Certificação de hospitais de ensino

Atualmente, a Saúde já certificou cerca de 200 hospitais de ensino. Mas a expectativa da pasta é aumentar esse número para cerca de 1.300.

“Nos próximos dias vamos publicar um dos primeiros resultados quanto a essa questão da certificação dos hospitais de ensino. Esse é um processo que estava parado há cerca de 10 anos. E retomamos porque reconhecemos a importância dessa certificação”, conta.

Para serem certificados, os hospitais devem entrar com pedido junto ao Ministério da Saúde.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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