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Em ano eleitoral, Senado bate recorde e gasta R$ 8,7 milhões com escolta de parlamentares

Gastos antes da eleição somam R$ 8,7 milhões a seis senadores; último pleito custou R$ 1,8 mi a três políticos

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Em 2026, o Senado gastou R$ 8,7 milhões com escolta de parlamentares, cinco vezes mais que em 2022.
  • O valor abrangeu escolta de seis senadores e o presidente da Casa, comparado a três políticos em 2022.
  • Os gastos incluíram R$ 4 milhões em passagens aéreas e R$ 4,7 milhões em diárias.
  • Desde as últimas eleições, houve um aumento contínuo nos gastos com segurança de parlamentares.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gastos com policiais legislativos batem recorde no Senado Edilson Rodrigues/Agência Senado - Arquivo

O Senado bateu recorde com despesas com viagens de policiais que atuam na segurança de parlamentares e gastou em 2026 cinco vezes mais do que em todo o ano de 2022.

O aumento de gastos ocorre em ano eleitoral, quando viagens em campanha demandam mais gastos com passagens e diárias na escolta de parlamentares.

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Até agosto, foram empregados R$ 8,7 milhões, somando o serviço de escolta de seis senadores, cujos nomes não são informados pelo Senado, e o acompanhamento ao presidente da Casa. Em 2022, a escolta somou R$ 1,8 milhão, e, além do presidente, atendeu a outros três políticos.

Gasto do Senado com escolta policial de 2026 foi cinco vezes maior que em 2022 Arte: Luce Costa/R7

O salto de valores contempla tanto o custo de passagens aéreas (R$ 4 milhões) quanto serviços de diárias (R$ 4,7 milhões).

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O valor final deve ser ainda maior, já que as campanhas seguem até 4 de outubro, além do provável segundo turno em parte dos estados e na corrida presidencial. Para efeito de comparação, em todo 2025, o Senado gastou R$ 5,6 milhões com a escolta de segurança.

Um dos parlamentares que têm escolta é Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. Embora os nomes não sejam informados pelo Senado, o próprio senador já informou que dispõe da escolta.

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Por meio de nota, o Senado afirmou que os valores empregados para escoltar parlamentares são uma atribuição legal da Secretaria de Polícia do Senado e são executados após avaliação técnica e autorização da Presidência da Casa, e que contemplam despesas para deslocamento de equipes policiais em ações de segurança, em diferentes unidades da federação.

“O aumento das despesas observadas nos últimos anos corresponde à ampliação da demanda por medidas de proteção institucional”, afirma a Casa Alta. O Senado também destaca que detalhes das operações não são divulgados para a proteção dos parlamentares.

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“Por razões de segurança institucional, o Senado Federal não divulga informações operacionais relativas à proteção de parlamentares, incluindo o efetivo empregado, procedimentos adotados, avaliações de risco, investigações em andamento ou detalhes que possam comprometer a segurança das autoridades protegidas e dos agentes responsáveis por sua proteção”, diz.

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