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Entidade de jogos rebate declaração de Boulos: ‘Difamação de quem atua dentro da lei’

Instituto Brasileiro de Jogo Responsável classificou falas do ministro de Lula como “graves” e “infundadas”

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) criticou declarações de Guilherme Boulos sobre o mercado de apostas.
  • A entidade considera as afirmações do ministro "graves" e "infundadas".
  • Defendem que o setor atua legalmente sob a supervisão de órgãos como o Ministério da Fazenda e o Banco Central.
  • O IBJR destaca a necessidade de combater plataformas ilegais em vez de difamar empresas que operam dentro da lei.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Boulos: "Comando do narcotráfico não está no Alemão, mas envolvido com fintechs e apostas" Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável) rebateu nesta sexta-feira (7) as declarações do secretário-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, que associavam o mercado de apostas a atividades criminosas. Na última segunda-feira (3), o ministro de Lula afirmou que “o comando do narcotráfico e do tráfico de armas não está em um barraco no Morro do Alemão ou em Paraisópolis, mas sim envolvido com lavagem de dinheiro através de fintechs e apostas”.

Segundo a entidade, as declarações do ministro foram “graves”, “infundadas” e desconsideram que o “setor regulado atua com transparência, sob supervisão do Ministério da Fazenda, do Banco Central e do Ministério do Esporte”.


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“As empresas licenciadas já investiram R$ 30 milhões em outorgas e recolheram R$ 6,85 bilhões em tributos entre janeiro e setembro de 2025, conforme dados oficiais da Receita Federal”, defende a IBJR.

A entidade acrescenta que cada operação é “rastreada e vinculada a um CPF validado com reconhecimento facial e conta bancária no mesmo nome, seguindo padrões internacionais de compliance, integridade e auditoria”.


“As declarações do ministro desrespeitam milhares de profissionais e distorcem a realidade justamente quando o foco deveria estar no enfrentamento ao mercado ilegal, que movimenta cerca de R$ 38 bilhões por ano e causa uma perda estimada de R$ 10,8 bilhões em arrecadação tributária”, disse.

Para a entidade, “o verdadeiro desafio está no combate às plataformas ilegais — não na difamação de quem atua dentro da lei”.


Na nota, eles também reafirmaram o compromisso com um ambiente de apostas íntegro, responsável é seguro.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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