Filiação de Caiado no PSD não descarta acordos entre o partido e o governo, avalia Planalto
Interlocutores consideram que nova sigla do político esteja disposta a negociar em pleitos regionais

A filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD nesta semana embaralhou as peças políticas. No entanto, apesar da intenção do goiano de concorrer para a Presidência da República — inclusive um dos motivos para a saída dele do União Brasil —, o Palácio do Planalto não descarta possíveis acordos com a nova sigla do político.
Na avaliação de interlocutores próximos a Lula, a avaliação é de que o PSD não se movimente com uma unidade nacional. Desse modo, mesmo com três possíveis presidenciáveis agora — Ratinho Júnior (governador do Paraná), Eduardo Leite (governador do Rio Grande do Sul) e Caiado —, o governo federal poderia fazer acordos locais.
Para a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, por exemplo, é claro que o PSD “se movimenta pelos interesses regionais e federados”. No entanto, ela acredita que o Palácio do Planalto saberá lidar com isso para as Eleições de 2026.
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