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Fim da jornada 6x1 pode ter baixo impacto a 13 milhões de trabalhadores, aponta Ipea

Nota enviada ao Congresso considera que impacto da mudança precisa ser avaliado considerando as especificidades de cada setor

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fim da jornada 6x1 pode ter impacto reduzido para 13 milhões de trabalhadores, segundo o Ipea.
  • Estudo aponta que o custo das horas de trabalho pode aumentar entre 7,14% e 15,32%.
  • Impactos precisam ser avaliados individualmente por setor, com maior interferência na área de serviços.
  • A PEC do fim da escala está prevista para votação na CCJ da Câmara dos Deputados, com expectativa de tramitação em abril.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Estudo também considera que, para manter salários atuais, o custo da hora de trabalho será maior Reprodução/Agência Brasil - Arquivo

O fim da jornada na escala 6x1 pode ser incorporado pela economia sem necessariamente implicar a perda de postos de trabalho. A análise faz parte de uma nota técnica produzida pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e enviada ao Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).

O estudo também considera que, para manter os salários atuais, a redução implicará um aumento do valor das horas de trabalho. A estimativa é de que o custo do horário fique entre 7,14% e 15,32% mais caro, a depender da adequação de jornada.


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Em outra frente, o documento prevê que haverá baixo impacto para ao menos 13 milhões de trabalhadores. Nesse cenário, o custo de operações seria de 1%.

A peça pondera, contudo, que reflexos específicos precisam ser avaliados individualmente entre os setores. A previsão é de que a interferência seja maior no segmento de serviços intensivos em pessoal.


O conteúdo foi elaborado para apoiar parlamentares que vão decidir sobre a redução da jornada. Atualmente, a votação da PEC que prevê o fim da escala está prevista na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara.

Ao R7, o relator do texto na comissão, deputado Paulo Azi (União-BA), projeta uma tramitação dentro do prazo negociado entre parlamentares. A expectativa é de que a votação do relatório ocorra em abril. O governo ainda avalia a possibilidade de enviar um projeto com urgência para garantir votação rápida da PEC.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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