Governo brasileiro analisa impactos do novo corte de tarifas de importação da China
País asiático vai reduzir taxas e contemplar commodities baseadas em recursos naturais; MDIC ainda estuda implicações nacionais
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O Brasil ainda avalia o impacto da redução de tarifas de importação por parte da China. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (29) e começa a valer a partir de 2026.
Segundo o gigante asiático, haverá ajustes tarifários para alguns produtos a partir do próximo ano, incluindo redução das taxas de importação de commodities baseadas em recursos naturais, como pólvora negra reciclada para baterias de íon-lítio.
Segundo informações preliminares do governo chinês, a redução de taxas também deve atingir produtos médicos, como kits de diagnóstico para algumas doenças infecciosas.
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Ao R7 Planalto, o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) disse que o governo brasileiro estuda a medida.
“Alterações tarifárias, dentro dos limites acordados na OMC (Organização Mundial do Comércio) e em acordos comerciais vigentes, são uma ferramenta comum de política comercial dos países”, comentou a pasta.
De todo modo, o ministério pediu que o setor produtivo brasileiro fique atento às mudanças para avaliar tanto oportunidades quanto impactos nas exportações.
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