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Governo vai pagar R$ 550 mil para ex-ministro de Lula e assessores após Comissão de Ética impor quarentena

Valor será para remunerar Márcio Macêdo, o ex-número 02 da Secretaria-Geral da Presidência e o ex-chefe de gabinete da pasta

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Comissã[o] de Ética Pública impôs quarentena a três ex-servidores do governo Lula, incluindo o ex-ministro Márcio Macedo.
  • O governo terá que desembolsar R$ 550 mil para salários durante os seis meses de quarentena.
  • Márcio Macedo consultou a Comissão para atuar no setor privado, mas foi considerado conflito de interesse.
  • Outros dois ex-servidores também confessaram ter tido acesso a informações privilegiadas enquanto estavam no cargo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro e ex-auxiliares devem continuar recebendo salário por seis meses Joédson Alves/Agência Brasil - arquivo

A Comissão de Ética Pública do presidente Lula decidiu impor quarentena para três ex-servidores do governo federal: o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo; o ex-chefe de Gabinete do então ministro, Pedro Marcos Lopes; e o então número dois da pasta, Usiel Rios.

Com a medida, para garantir o afastamento dos três durante seis meses do setor privado com conflito de interesses, o governo federal terá que desembolsar R$ 550 mil. Isso porque a imposição de quarentena pela Comissão de Ética prevê o pagamento do salário que os titulares recebiam quando exerciam o cargo.


De acordo com o Portal da Transparência, Usiel tinha um salário de R$ 22.718,03 bruto, o mesmo de Pedro Marcos Lopes. Enquanto isso, o ministro Márcio Macêdo recebia remuneração bruta de R$ 46 mil.

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Entenda

Conforme antecipado pelo R7 Planalto, Márcio Macêdo consultou a Comissão de Ética para atuar no setor privado em cargos correlatos a sua função como ministro. A relatora do processo, no entanto, enxergou conflito de interesse e impôs quarentena de seis meses ao ex-ministro. Macêdo foi substituído por Guilherme Boulos na Secretaria-Geral da Presidência da República em outubro.


Usiel e Pedro Marcos também consultaram a Comissão para atuar em serviços de consultoria e assessoria técnica. No entanto, ambos confessaram ter tido acesso a informações privilegiadas no período em que estavam à frente da pasta.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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