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Investigado por fraude, servidor nomeado sem aval do presidente do INSS pede exoneração

Weslley Martins foi nomeado quando Gilberto Waller estava de férias; ele é investigado em caso sobre seguro-defeso

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Wesley Martins pediu exoneração do cargo de coordenador no INSS antes do depoimento do presidente da autarquia, Gilberto Waller, na CPMI.
  • Martins foi nomeado durante as férias de Waller, o que causou desavenças internas na instituição.
  • Ele é investigado por assinatura de acordos para concessão de seguro-defeso a 130 mil beneficiários, sob apuração da Polícia Federal.
  • A manutenção da diretora Lea Bressy no cargo também foi questionada durante a CPMI, apesar de um pedido de exoneração solicitado por Waller.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Montagem de duas fotos: ao lado esquerdo, Weslley Martins, que pediu exoneração do INSS, com uma camiseta polo branca com listras vermelhas na gola. Do lado direito, Gilberto Waller, de terno cinza e gravata azul
Weslley foi nomeado sem a anuência de Gilberto (terno) ao cargo do INSS; investigação contra ele está em andamento Montagem: Reprodução/Instagram @wesmartins95 - 18.10.2024, Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil - arquivo

Nomeado coordenador de Gestão do Relacionamento com o Cidadão do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) enquanto o presidente da autarquia estava de férias, Weslley Martins decidiu pedir exoneração do cargo um dia antes de Gilberto Waller, presidente do Instituto, prestar depoimentos na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito).

Martins foi um dos principais motivos da ruptura entre Gilberto e a número dois da autarquia, Lea Bressy, atual Diretora de Tecnologia da Informação. Martins já havia sido exonerado do cargo de Gerente-Executivo de São Luís.


No entanto, em novembro, quando o presidente tirou cinco dias de férias, Lea decidiu nomeá-lo para outro cargo. A decisão está na esteira de uma série de medidas adotadas pela diretora durante esses cinco dias férias e desaprovadas por Gilberto.

Martins é alvo de investigações por assinar acordos com entidades de políticos para conceder seguro-defeso a cerca de 130 mil beneficiários. A PF (Polícia Federal) apura o caso.


Na CPMI, os parlamentares também questionaram Gilberto sobre a manutenção de Lea à frente da Diretoria de Informação. O presidente da autarquia chegou a pedir a exoneração dela no ano passado, mas o pedido foi negado por Wolney, conforme noticiado pelo R7 Planalto.

Vítima

Na época em que Martins foi exonerado do Maranhão, ele publicou nas redes sociais declaração dizendo que era “vítima de ataques coordenados com intuito de malhar tudo que construiu ao longo de anos de estudo.“


Ele também pediu ajuda da população para divulgar o video de sua defesa. A Coluna entrou em contato com Martins pedindo um novo posicionamento. Até a publicação desta nota, contudo, não houve retorno. O espaço segue aberto.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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