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Líder do governo diz se arrepender de ter votado contra limitação de decisões individuais do STF

Proposta foi aprovada em 2023 e, na ocasião, o governo liberou a bancada para votar; matéria tramita agora na Câmara

R7 Planalto|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Senador Randolfe Rodrigues se arrepende de ter votado contra a PEC que limita decisões individuais do STF.
  • Ele afirma que, se pudesse, votaria a favor da proposta como uma forma de autocrítica.
  • A PEC, aprovada em 2023, ainda aguarda deliberação na Câmara dos Deputados.
  • Alterações propostas envolvem que apenas a PGR pode pedir impeachment de ministros, com exigências maiores de senadores para o afastamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Randolfe Rodrigues: 'Se hoje eu tivesse voto novamente, votaria favoravelmente à PEC' Marcos Oliveira/Agência Senado - 2.10.2023

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse que se arrependeu de ter votado contra a PEC que limita decisões individuais de ministros do STF. A declaração ocorreu após o ministro do STF Gilmar Mendes limitar a possibilidade de quem pode pedir impeachment de um magistrado da Corte.

“Na época, votei contrário. Se hoje eu tivesse voto novamente — estou fazendo isso como autocrítica e procurando me redimir —, eu subscreveria e votaria favoravelmente à PEC. O melhor encaminhamento neste instante é essa proposta, que foi uma decisão correta, avalio isso hoje, ser votada o quanto antes na Câmara dos Deputados. Essa é a melhor resposta a ser dada”, ressaltou Randolfe.


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A proposta foi aprovada em 2023, ainda sob a presidência de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no Senado. À época, o governo liberou a bancada para votar. O texto ainda está na Câmara aguardando deliberação.

Atualmente, além de qualquer cidadão poder pedir o impeachment de ministros do STF, o afastamento depende da maioria dos votos dos senadores — que varia de acordo com o número de parlamentares presentes na sessão do plenário em questão. Além disso, abrir um processo de impeachment leva ao afastamento provisório do ministro até o julgamento acabar.


Mas, com a decisão monocrática de Gilmar, somente a PGR pode pedir o impeachment. O afastamento depende do voto de dois terços dos senadores — 54 de um total de 81 —, e o ministro do STF responde ao processo de impeachment mantendo-se no cargo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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