Mesmo esvaziada, cúpula da Celac é vista como teste de liderança para Lula
Leitura é de que a América Latina enfrenta um momento de pressão externa e precisa reforçar espaços próprios de articulação
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A participação do presidente Lula (PT) na cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), realizada neste final de semana na Colômbia, mesmo diante de baixa adesão de chefes de Estado, é tratada como essencial pelo governo brasileiro.
A avaliação é de que a ausência do Brasil poderia sinalizar fragilidade política e enfraquecer a integração regional. Nos bastidores, há a leitura de que a América Latina enfrenta um momento de pressão externa e precisa reforçar seus próprios espaços de articulação.
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Nesse contexto, a presença brasileira ganha peso desproporcional, sendo vista como elemento central para dar legitimidade ao encontro.
Ainda que o evento ocorra com participação reduzida, a estratégia é utilizar o fórum como palco para reafirmar a posição do Brasil e defender uma maior coordenação entre os países da região diante de desafios comuns.
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