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Messias, indicado de Lula ao STF, usa música como ferramenta de comunicação

Messias tem feito da trilha sonora um modo próprio de comunicar quem é

R7 Planalto|Joice Gonçalves, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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No fim das contas, a playlist de Messias diz tanto sobre ele quanto sobre o momento que vive Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Enquanto a indicação de Jorge Messias ao STF segue movimentando bastidores do poder, o escolhido por Lula mantém uma presença singular nas redes. No X, seu perfil alterna reflexões sobre direito, institucionalidade e… música. Muita música.

Seja para falar de tempo, esperança ou democracia, Messias tem feito da trilha sonora um modo próprio de comunicar quem é e como enxerga o país. É quase uma curadoria filosófico-musical e, convenhamos, um respiro curioso no meio da temperatura política.


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Alguns exemplos recentes mostram esse repertório plural:

“Oração ao Tempo”


“Sempre é tempo de orar.”

Caetano vira ponto de partida para recados sobre paciência institucional e a política como obra construída dia após dia.


“Aquarela”

Referência ao clássico de Toquinho para falar de trajetória, escolhas e do presente como pincel do futuro.


“Blowin’ in the Wind”

Bob Dylan entra em cena quando o tema é paz, fraternidade e os desafios que o vento sempre traz para quem está atento.

“People Have the Power”

A virada para justiça social e combate às desigualdades aparece em tom de recado político, de que o poder das pessoas move estruturas.

No fim das contas, a playlist de Messias diz tanto sobre ele quanto sobre o momento que vive: indicado ao Supremo, orbitando debates quentes no Congresso, mas escolhendo a música como linguagem para tratar do que considera essencial democracia, tempo e esperança.

É aquela velha máxima: quando falta palavra, sobra canção. E, na política, isso também comunica.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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