Ministério da Saúde diz que SUS está preparado para identificação precoce da mpox
Brasil contabiliza 47 casos da doença este ano, com predominância de quadros leves e moderados, sem registro de mortes
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Após o primeiro caso de Mpox notificado em Porto Alegre, o Ministério da Saúde disse que o SUS (Sistema Único de Saúde) está preparado para a identificação precoce da doença. Ao todo, este ano, o Brasil registrou 47 casos, com predominância de quadros leves ou moderados, sem registro de óbitos. Nesta semana, a OMS (Organização Mundial da Saúde) confirmou o surgimento de uma nova cepa do vírus mpox, identificados na Índia e no Reino Unido.
Veja unidades da federação com registros:
- São Paulo: 41;
- Rio de Janeiro: 3;
- Distrito Federal: 1;
- Rondônia: 1;
- Santa Catarina: 1.
Em relação ao caso do sul do país, a pasta disse que trabalha em conjunto com a vigilância local.
Segundo o painel epidemiológico do Ministério, consultado pelo R7 Planalto, este ano o número de casos está pelo menos cinco vezes menor do que no mesmo período do ano passado. Entre janeiro e fevereiro de 2025, o Brasil já registrava 260 casos.
“O país segue com vigilância ativa e resposta estruturada para a mpox e reforça que o Sistema Único de Saúde está preparado para a identificação precoce, manejo clínico adequado e acompanhamento dos pacientes. As equipes de vigilância seguem monitorando e investigando os casos, com rastreamento de contatos pelo período de 14 dias, medida essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão”, diz.
Prevenção
A pasta orienta que pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados, devem procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar histórico de contato próximo com casos suspeitos ou confirmados.
“Recomenda-se, sempre que possível, o isolamento até avaliação médica, além da adoção de medidas de higiene, como a lavagem frequente das mãos, para reduzir o risco de transmissão”, reforça.
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