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Ministério da Saúde diz que SUS está preparado para identificação precoce da mpox

Brasil contabiliza 47 casos da doença este ano, com predominância de quadros leves e moderados, sem registro de mortes

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministério da Saúde afirma que o SUS está preparado para identificação precoce da mpox.
  • Brasil registrou 47 casos de mpox este ano, todos com quadros leves ou moderados.
  • A OMS confirmou uma nova cepa do vírus mpox na Índia e no Reino Unido.
  • Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar unidades de saúde e seguir recomendações de isolamento e higiene.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Padilha está no comando da Saúde; pasta reforça procura por atendimento médico em casos suspeitos Gil Ferreira/Ascom-SRI - 12.02.2025

Após o primeiro caso de Mpox notificado em Porto Alegre, o Ministério da Saúde disse que o SUS (Sistema Único de Saúde) está preparado para a identificação precoce da doença. Ao todo, este ano, o Brasil registrou 47 casos, com predominância de quadros leves ou moderados, sem registro de óbitos. Nesta semana, a OMS (Organização Mundial da Saúde) confirmou o surgimento de uma nova cepa do vírus mpox, identificados na Índia e no Reino Unido.

Veja unidades da federação com registros:


  • São Paulo: 41;
  • Rio de Janeiro: 3;
  • Distrito Federal: 1;
  • Rondônia: 1;
  • Santa Catarina: 1.

Em relação ao caso do sul do país, a pasta disse que trabalha em conjunto com a vigilância local.

Segundo o painel epidemiológico do Ministério, consultado pelo R7 Planalto, este ano o número de casos está pelo menos cinco vezes menor do que no mesmo período do ano passado. Entre janeiro e fevereiro de 2025, o Brasil já registrava 260 casos.


“O país segue com vigilância ativa e resposta estruturada para a mpox e reforça que o Sistema Único de Saúde está preparado para a identificação precoce, manejo clínico adequado e acompanhamento dos pacientes. As equipes de vigilância seguem monitorando e investigando os casos, com rastreamento de contatos pelo período de 14 dias, medida essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão”, diz.

Prevenção

A pasta orienta que pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados, devem procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar histórico de contato próximo com casos suspeitos ou confirmados.


“Recomenda-se, sempre que possível, o isolamento até avaliação médica, além da adoção de medidas de higiene, como a lavagem frequente das mãos, para reduzir o risco de transmissão”, reforça.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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