‘Mentira’: saiba o que motivou revogação do visto de conselheiro de Trump no Brasil
‘Moeda de troca’ para autorizar entrada de Darren Beattie no país seria liberação de vistos do ministro da Saúde e de parentes dele
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O governo federal decidiu que vai cancelar o visto para qualquer fim do conselheiro de Donald Trump, Darren Beattie. O assessor sênior para Política em Relação ao Brasil no Departamento de Estado dos Estados Unidos visitaria Jair Bolsonaro (PL) na prisão, mas teve o encontro vetado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Uma fonte de alto escalão do Itamaraty informou ao R7 Planalto que uma “mentira na solicitação” do documento motivou a suspensão. Contudo, uma moeda de troca para reverter a situação seria a liberação pelos Estados Unidos dos vistos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de parentes dele.
“Ele [Darren] foi proibido de visitar [Bolsonaro], e eu o proibi de vir ao Brasil enquanto não liberarem o visto do ministro da Saúde, que está bloqueado”, declarou Lula, nesta sexta-feira (13), durante evento no bairro do Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
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A visita de Beattie a Bolsonaro, no complexo Penitenciário da Papuda (DF) estava fora da agenda oficial do assessor de Trump. No pedido que fez para ter o visto aprovado, o conselheiro informou que a visita tinha cunho diplomático.
Ele usou como justificativa um evento sobre minerais críticos — do qual, de fato, participaria — mas o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, entendeu que Beattie teria planejado uma possível “ingerência” nas eleições brasileiras, por meio do encontro com o ex-presidente.
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