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‘Moeda de afeto’: O que diz Flávio Dino em nova decisão sobre emendas parlamentares

Ministro do STF proíbe nepotismo no uso dos recursos e classifica alguns casos como ‘escancarado peculato’

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Dino, ministro do STF, afirma que emendas parlamentares não devem ser usadas como "moeda de afeto".
  • Ele proíbe nepotismo no uso dos recursos públicos e classifica certos casos como "escancarado peculato".
  • Dino ressalta que destinar emendas a entidades ligadas a familiares compromete a legitimidade das instituições democráticas.
  • A decisão visa evitar a desconfiança da sociedade em relação ao uso dos recursos públicos por parlamentares.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Dino proibiu nepotismo em repasse das emandas Tom Costa/ MJSP - arquivo

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino disse em nova decisão sobre emendas parlamentares que os recursos não podem ser usados como “moeda de afeto, conveniência ou lealdade pessoal”. A declaração está em decisão a que o R7 Planalto teve acesso nesta quinta-feira (15).

Para Dino, não é “compatível que um parlamentar possa destinar emendas a entidades vinculadas a familiares, direta ou indiretamente, transformando recursos públicos em moeda de afeto, conveniência ou lealdade pessoal, para não mencionar hipóteses de escancarado peculato”.


Na decisão, o ministro proíbe casos de nepotismo e improbidade administrativa, e reforça que isso degrada a legitimidade das instituições democráticas e alimenta a desconfiança da sociedade.

“Não é possível que uma entidade destinatária de emenda da saúde acabe por contratar para prestar serviços uma empresa ou cooperativa integrada exatamente por parentes do Deputado Federal ou do Senador que procedeu à destinação do recurso, ou de assessor parlamentar detentor de cargo comissionado”, afirma.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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