O acordo entre Flávio e Tarcísio sobre a Paulista e a prisão domiciliar de Bolsonaro
Pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio evitou atacar ministros do STF e adotou tom mais contido durante manifestação em SP
R7 Planalto|Do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A estratégia de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de não atacar ministros do STF no ato da Avenida Paulista, nesse domingo (1º), e a ausência do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na manifestação têm um objetivo comum: tirar Jair Bolsonaro da Papudinha e viabilizar a conversão da prisão em domiciliar.
Pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio buscou incentivar a militância, mas modulou o discurso ao tratar do Supremo. Diferentemente do pai, que chegou a chamar o ministro Alexandre de Moraes de “canalha” diante da multidão, o senador evitou ataques diretos à Corte e adotou tom mais contido.
Flávio tem defendido internamente que é preciso preservar pontes institucionais para avançar na tentativa de obter a prisão domiciliar do ex-presidente. E o filho Zero Um acredita que Tarcísio é o mais preparado para conseguir essa conversão.
Os dois se encontraram na sexta-feira (27) e combinaram uma divisão de papéis pragmática: enquanto a base mantém a mobilização nas ruas, parte do núcleo político trabalha na frente institucional.
O governador viajou em missão oficial à Alemanha, onde cumpre agendas com representantes de empresas consideradas referência em transporte intermodal e hidrogênio verde; para participação em fórum internacional sobre regulação; e para conhecer o primeiro supercomputador Exascale da Europa.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp













