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O ‘dilema’ em torno da CPMI do Banco Master

Requerimento conta com a assinatura de quase 280 parlamentares oposicionistas, mas o ‘Centrão’ não embarcou na história

R7 Planalto|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CPMI do Banco Master tem quase 280 assinaturas da oposição, mas enfrenta impasses no Congresso.
  • Partidos do centrão não demonstram interesse em apoiar a criação da comissão, temendo comprometer figuras relevantes.
  • A pressão pela CPMI pode levar o presidente do Congresso a evitar convocar sessões, adiando discussões importantes.
  • Sem a convocação das sessões, a análise de vetos presidenciais, como o do PL da Dosimetria, fica prejudicada.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Se Alcolumbre não convocar sessão, CPMI é enterrada e votação do veto à Dosimetria, adiada Carlos Moura/Agência Senado - 3.02.2026

Protocolada com quase 280 assinaturas de deputados e senadores da oposição, nessa terça-feira (3), a CPMI do Banco Master enfrenta um “impasse” no Congresso Nacional.

De um lado, caciques partidários avaliam que a comissão não será instalada, por poder comprometer figuras relevantes da República. O requerimento conta com a pressão da oposição, mas o “Centrão” ainda não embarcou na história.


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Do outro lado, a pressão da oposição em torno da CPMI pode levar o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), a não convocar sessões nos próximos meses. Isso porque, ao convocá-las, ele seria obrigado a ler o requerimento de criação da comissão.

Caso o presidente não convoque a sessão para evitar a criação da CPMI, a oposição se prejudicará em duas frentes: além do enterro da comissão, haverá o adiamento da análise do veto presidencial ao PL da Dosimetria.


Regimentalmente, os vetos são analisados em sessão do Congresso. Mas, sem as sessões, inviabiliza-se o acordo para a votação.

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