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O que Lula promete levar para a COP31 na Turquia

Redução de emissões, busca por transparência de dados ambientais e avanços do fundo para proteção de florestas estão no roteiro brasileiro

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula levará à COP31 resultados do Brasil sobre a redução de emissões de gases e compromissos para acabar com o desmatamento ilegal até 2030.
  • O fundo para proteção de florestas, lançado na COP30, busca atingir US$ 10 bilhões para operar como investimento em proteção florestal.
  • O governo defenderá os "Mapas do Caminho" com propostas para transição energética e fim dos combustíveis fósseis, buscando mobilização rápida dos países.
  • Apesar da expectativa, o Brasil apresentará apenas um plano para o desmatamento ilegal, enquanto a proposta de transição energética ainda está em elaboração.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula passará o bastão da COP30 de Belém para a COP31 na Turquia Bruno Peres/Agência Brasil

A comitiva chefiada pelo presidente Lula (PT) deve chegar à COP31, na Turquia, com resultados do Brasil relacionados à redução das emissões de gases poluentes, além de compromissos para a construção de um mapa do caminho nacional que estabeleça um roteiro para o fim do desmatamento ilegal até 2030 e de mobilização ligada ao fundo para proteção de florestas (TFFF), que conta com promessas de investimeto em US$ 7,8 bilhões.

O fundo foi lançado pelo próprio Brasil na COP30, em Belém, e desde então busca captar recursos para que entre em vigor. A expectativa é que comece a operar como uma modalidade de investimento ao atingir US$ 10 bilhões. A ideia é proporcionar pagamentos a países que atuarem na proteção de suas próprias florestas.

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Em outra frente, o governo também vai defender dois documentos elaborados pela presidência brasileira da COP30: os “Mapas do Caminho”, que apresentam propostas estratégicas para os países nos eixos de transição energética e de fim dos combustíveis fósseis. A iniciativa é paralela às negociações oficiais da cúpula da ONU e busca mobilizar os países de forma mais rápida do que o processo de negociação internacional.

Por se tratar de uma proposta brasileira, havia expectativa de que o país chegasse à COP31 com planos próprios ligados às áreas, mas houve a definição de apenas um plano específico, para fim do desmatamento ilegal até 2030.

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A outra proposta ligada à transição energética ainda está em fase de elaboração pelo governo federal. Integrantes do governo definiram diretrizes que para nortear o plano, como critérios de transparência, transição justa e metas climáticas e prevê a elaboração detalhada ao longo do governo Lula 4, com aposta de para a COP32.

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