O que o Palácio do Planalto espera de viagem de Lula para Índia nesta terça-feira
Além do acordo de minerais críticos, presidente deve anunciar parcerias na área de defesa e tecnologia
R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window e Caroline Aguiar, da RECORD
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Lula viaja nesta terça-feira (17) para a Índia onde permanece até 22 de fevereiro e participa da Cúpula de Inteligência Artificial e Fórum Empresarial Brasil-Índia que tem mais de 300 empresários cadastrados. A expectativa do Palácio do Planalto é discutir uma série de acordos bilaterais, sendo um dos mais importantes o de minerais críticos, primeiro acordo do tipo assinado no mundo.
No entanto, o governo brasileiro também pretende deixar a Índia com uma declaração sobre parceria digital para o futuro, medidas para extensão de vistos de turismo e negócios de cinco para dez anos, e uma parceria entre a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) e uma empresa de defesa indiana.
O mandatário brasileiro viajará a convite do primeiro-ministro Narendra Modi. O petista já visitou o país em 2004, 2007 e 2023. Modi também esteve no Brasil em julho do ano passado. Na reunião, os líderes devem trocar impressões sobre conjuntura e desafios ao multilateralismo, comércio internacional e a necessidade de uma reforma do Conselho de Segurança da ONU. Os dois também devem reforçar o compromisso com a paz em Gaza.
A delegação brasileira será formada por 10 ministros. Lula vai participar da Al Impact Summit, cúpula que trata de inteligência artificial em alto nível, que será realizada pela quarta vez. É a primeira vez que um país em desenvolvimento organiza a cúpula. O evento deve reunir 40 mil pessoas e tem mais de 100 países convidados.
Há confirmação de participação de 50 países com representação de alto nível, 20 chefes de estado e governo confirmados, entre eles: Armênia, Bolívia, Brasil, Butão, Suíça, Estônia, Grécia, Guiana, Cazaquistão, Ilhas Maurício, Emirados Árabes, Reino Unido, Eslováquia, e o Secretário-geral da ONU.
Ao fim da cúpula, deve ser divulgada uma carta para difusão democrática da inteligência artificial, como a criação de rede de IA para instituições científicas, guia para estrutura resiliente para a IA e uma nota de orientação sobre governança da tecnologia.
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