O silêncio estratégico do PT
Partido em Pernambuco não se posicionou sobre suposta espionagem no estado
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília
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O PT de Pernambuco decidiu não se manifestar publicamente sobre o suposto caso de espionagem envolvendo a polícia estadual e secretários municipais ligados ao prefeito do Recife, João Campos.
A escolha teve motivação essencialmente política. Internamente, prevaleceu a avaliação de que entrar no debate poderia gerar atrito desnecessário com a governadora Raquel Lyra, em um momento no qual as articulações eleitorais seguem indefinidas.
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O apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à disputa pelo governo do estado ainda não está consolidado, e Raquel Lyra e João Campos devem se enfrentar nas urnas em outubro.
Interlocutores do partido no estado admitem, reservadamente, que o silêncio contribuiu para manter canais de diálogo ativos e preservar espaço para eventuais composições futuras.
O cálculo político também levou em conta o fato de o episódio ter sido explorado, sobretudo, pelo próprio João Campos.
Nos bastidores, porém, a decisão gerou desconforto. O partido, historicamente identificado como crítico do Estado policialesco e defensor da democracia, optou pelo silêncio para resguardar posição no tabuleiro eleitoral.
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