Os ministros que vão permanecer no governo Lula este ano
Autoridades que vão disputar eleições devem sair do cargo até abril, como determina a legislação eleitoral
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília
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Em meio às eleições deste ano, ao menos 12 ministros do presidente Lula devem permanecer no governo. A legislação eleitoral determina que autoridades em cargo público deixem a função até o início de abril para disputar o pleito.
Alguns chefes de pastas federais já anunciaram que vão deixar a posição — como Fernando Haddad (Fazenda), que pode sair do ministério no próximo mês para concorrer em outubro.
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Outros já confirmaram que não serão candidatos neste ano. Caso de Alexandre Padilha (Saúde) e Luiz Marinho (Trabalho e Emprego).
Além dos dois, ministros sem carreira eleitoral, como Mauro Vieira (Relações Exteriores), Vinícius Carvalho (CGU), Esther Dweck (Gestão e Inovação) e o general Marcos Amaro (GSI), têm previsão de continuar nos cargos.
O recém-empossado Gustavo Feliciano (Turismo) também não deve sair do governo.
Senador até 2030, Wellington Dias (Desenvolvimento Social), que está licenciado da Casa, vai permanecer na Esplanada.
A expectativa é de que Márcia Lopes (Mulheres), José Múcio (Defesa) e Frederico de Siqueira Filho (Comunicações) tampouco abram mão dos cargos no Executivo até o fim do ano.
Apesar do desejo da base aliada, Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) não deve ser candidato novamente neste ano. Ele lançou a mulher, a advogada Natalia Szermeta Boulos (PSOL-SP), para a Câmara.
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