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Os votos que o governo considera ter para barrar convocação de Messias na CPMI do INSS

Sessão para votação do requerimento está marcada para acontecer nesta quinta-feira

R7 Planalto|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A ala governista possui pelo menos 19 votos para barrar a convocação de Jorge Messias na CPMI do INSS.
  • A votação do requerimento ocorrerá na quinta-feira (27) e será crucial para a indicação de Messias ao STF.
  • Se a convocação for aprovada, as chances de Messias se tornar ministro do STF diminuem consideravelmente.
  • A composição da comissão pode ser alterada pelos líderes partidários, influenciando o resultado da votação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ao todo, a comissão tem 32 membros Jefferson Rudy/Agência Senado - 18.11.2025

A ala governista no Congresso Nacional considera ter pelo menos 19 votos para barrar a convocação do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, na CPMI do INSS. Messias é acusado de não ter atuado para impedir o roubo nos benefícios de aposentados e pensionistas.

A sessão para votação do requerimento está marcada para acontecer nesta quinta-feira (27) e será o termômetro para avaliar se Messias terá votos suficientes para ser aprovado como ministro do STF.


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A indicação dele foi anunciada na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mas a mensagem oficial da escolha por Messias ainda não foi apresentada ao Senado.

Se a convocação for aprovada, as chances do ministro para o STF seriam poucas. Contudo, se o requerimento for rejeitado, a indicação de Lula ainda tem fôlego.


Ao todo, a comissão tem 32 membros. No início dos trabalhos, o governo foi derrotado com a escolha do presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG).

Depois, o governo ganhou fôlego e conseguiu até barrar a convocação de Frei Chico, irmão de Lula. O placar foi de 19 votos a favor do Palácio do Planalto.


Mas o que vai realmente definir o placar será a composição da comissão nesta quinta. Se os líderes partidários quiserem, podem trocar os membros do colegiado para dar ou tirar a maioria do governo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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