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Partidos marcam reuniões para definir apoio a Lula ou Flávio em eventual 2º turno

Negociações por espaço devem ganhar força após a votação de domingo, quando primeiro turno do pleito servirá para medir o peso de cada grupo político

R7 Planalto|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Partidos que foram neutros no primeiro turno começam negociações para apoio no segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.
  • A federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, discute apoio, com pressão interna para se aproximar de Flávio.
  • O Solidariedade está dividido, com metade dos deputados apoiando Flávio e a outra metade Lula.
  • O PSD e o Republicanos estão sendo cortejados por ambos os candidatos para alianças no segundo turno.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Partidos vão decidir se apoiam Lula ou Flávio em eventual segundo turno Montagem: Ricardo Stuckert/Flickr Lula – 30.09.2026; Raul Luciano/Ato Press/Estadão Conteúdo – 28.09.2026

O eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) vai abrir espaço para que partidos que optaram pela neutralidade no primeiro turno da disputa presidencial iniciem, na semana que vem, uma negociação por apoio em um eventual governo do vencedor.

As negociações por espaço devem ganhar força imediatamente após a votação de domingo, quando o resultado do primeiro turno do pleito também servirá para medir o peso de cada grupo político no Congresso e nos estados.

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A federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, agendou para terça-feira (6), reunião em que discutirá a posição adotada para o segundo turno. As duas siglas decidiram permanecer neutras no primeiro turno, mas o cenário mudou ao longo da campanha e Flávio passou a procurar diretamente os presidentes das duas legendas. Dentro da federação, há pressão principalmente para uma aproximação com Flávio.

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O diretório paulista do PP já defende o apoio ao candidato do PL, mas setores do Nordeste trabalham na direção contrária e defendem a permanência da legenda próxima de Lula. A decisão deverá ser tomada em conjunto porque PP e União estão federados e, nacionalmente, precisam apresentar uma posição única. Mesmo sem a cúpula das legendas admitirem aliança com Lula, os dois partidos mantiveram ministros no governo do petista.

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O Solidariedade, de Paulinho da Força, que formou a Federação Renovação Solidária com o Partido da Renovação Democrática (PRD), também pretende se reunir na terça-feira (6) para debater o eventual apoio no segundo turno. Dos quatro deputados do Solidariedade, dois defendem apoiar Flávio enquanto a outra metade quer ficar com Lula.

O PSD é outro partido que deverá entrar no centro das negociações. Hoje, com o candidato Ronaldo Caiado disputando a Presidência, a legenda, cuja direção nacional é do candidato a vice, Gilberto Kassab, deve defender uma postura mais cautelosa. Aliados vão trabalhar para tentar preservar a neutralidade nacional do partido para evitar uma adesão formal a Flávio.

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Já o Republicanos, que deve reeleger Tarcísio de Freitas como governador de São Paulo, está entre os partidos cortejados por Lula e Flávio para compor em um eventual segundo turno assim como o MDB, que também ficou neutro no primeiro turno da disputa nacional e liberou os estados para fazerem alianças regionais.

As campanhas dos dois candidatos já se preparam para essa rodada de negociações. O PT pretende procurar os demais presidenciáveis e partidos em busca de apoio, enquanto Flávio também trabalha para ampliar sua base caso avance para o segundo turno. Além das declarações dos candidatos derrotados, as conversas deverão envolver as estruturas partidárias e as bancadas eleitas.

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