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PCC e CV como terroristas: governo teme ‘sanções financeiras’ dos EUA contra bancos brasileiros

Executivo defende que o combate ao crime organizado deve ser feito por meio de cooperação internacional estruturada

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo brasileiro teme que EUA classifiquem PCC e CV como entidades terroristas.
  • Preocupação maior é com possíveis sanções financeiras a bancos brasileiros.
  • Classificação poderá impactar instituições financeiras com relações indiretas com essas organizações.
  • Governo defende combate ao crime organizado por meio de cooperação internacional, evitando ações unilaterais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

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Governo vê risco de bancos serem punidos mesmo sem envolvimento direto em ilícitos Daniel Torok/Official White House Photo - 26.10.2025

Integrantes do governo brasileiro avaliam com preocupação a possibilidade de os Estados Unidos classificarem organizações criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho, como entidades terroristas.

Nos bastidores, o principal temor não é uma ação direta na área de segurança, mas os efeitos colaterais no sistema financeiro nacional.


A avaliação interna é de que esse tipo de classificação amplia significativamente o poder das autoridades americanas para impor sanções unilaterais, especialmente sobre instituições financeiras que operam no exterior.

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O risco, segundo interlocutores, é de que bancos brasileiros sejam punidos mesmo sem envolvimento direto com atividades ilícitas, caso mantenham relações indiretas com empresas ou clientes posteriormente associados a essas organizações.


Esse cenário preocupa porque a legislação americana, nesse campo, é considerada pouco clara quanto à responsabilização de terceiros. Na prática, isso poderia levar a penalizações amplas, afetando desde grandes bancos até fintechs, com impacto potencial sobre crédito, investimentos e estabilidade do sistema financeiro.

O que pensa o governo

O governo brasileiro defende que o combate ao crime organizado deve ser feito por meio de cooperação internacional estruturada, com foco em inteligência, combate à lavagem de dinheiro e tráfico de armas — e não por medidas unilaterais que possam gerar distorções econômicas e jurídicas.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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