Percentual de estudantes com deficiência praticamente triplicou na última década
Levantamento considera matrículas na educação especial de alunos com laudos entre 2016 e 2025, dados são do Censo Escolar
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O percentual de estudantes com deficiência matriculados na educação especial quase triplicou na última década. Ao todo, as matrículas na educação especial saltaram de 971 mil, em 2016, para 2,4 milhões ano passado. Com isso, o percentual de estudantes matriculados na modalidade subiu de 1,99% para 5,34% (veja arte abaixo).
Os dados fazem parte do lançamento do Censo Escolar 2025 e consideram o número de alunos com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades ou superdotação matriculados ao longo dos últimos anos.
Do total de 2.458.159 estudantes matriculados na educação especial, 2.298.005 (93,4%) estão inseridos em classes comuns. Nas classes especiais, estavam matriculados 160.154 nas classes especiais.

A pedagoga e especialista em alfabetização, Jeyze Brito, alerta que ter um laudo é fundamental para que a criança e o adolescente tenham acesso a ações mais assertivas que garantam a aprendizagem dos alunos.
“O laudo é fundamental porque é ele quem norteia quais os passos que a escola precisa dar para alcançar o desenvolvimento total da criança. Ele contribui para que a professora faça um planejamento mais adequado para essa criança que chega à escola”, explica.
Segundo a educadora, isso permite também um acompanhamento das Secretarias de Educação de cada região, que avaliam as adequações necessárias para os estudantes laudados.
“A criança com laudo tem direito a um suporte de assistência, um plano educacional individualizado e, em muitos casos, também um assistente para auxiliá-lo”, pontua.
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