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Renan Santos estima que posts pró-Flávio Bolsonaro bancados no exterior alcançaram ao menos 1 milhão de pessoas

Estimativa integra ação protocolada no TSE sobre publicações patrocinadas por perfis ligados a Trump; candidato alega interferência estrangeira

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro de receber apoio estrangeiro em campanha presidencial, com postagens pró-Bolsonaro alcançando mais de 1 milhão de pessoas.
  • Denúncia no TSE destaca que postagens foram patrocinadas por perfis ligados a Trump e direcionadas ao público brasileiro, desequilibrando a disputa eleitoral.
  • Renan Santos solicita investigação e responsabilização da rede social X, além da remoção dos conteúdos, para garantir igualdade na campanha.
  • O pedido de apuração está em análise pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Renan Santos apresentou denúncia no TSE contra Flávio Bolsonaro Felipe Soares/Divulgação Missão - 18.08.2026; Charles Vieira/Campanha Flávio - 14.09.2026

A denúncia apresentada pelo candidato Renan Santos (Missão) contra Flávio Bolsonaro (PL) por suposta interferência estrangeira na campanha à Presidência aponta que publicações favoráveis ao adversário, feitas por perfis que também apoiam o presidente norte-americano Donald Trump, alcançaram ao menos 1 milhão de pessoas.

A estimativa consta na peça protocolada por Renan junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O documento analisou cinco publicações patrocinadas por contas no exterior e destacou que, apesar de originadas fora do país, as postagens ligadas a Flávio Bolsonaro foram veiculadas de forma paga, em português e direcionadas ao público brasileiro.

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Apenas um dos posts foi publicado em 21 de setembro e atingiu 675 mil pessoas. A publicação elogiava Flávio e lembrava da reunião com Trump, nos EUA, além de elogiar o avanço da direita na América Latina.

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No pedido de apuração encaminhado ao TSE, o candidato do Missão ressalta que o impulsionamento tem potencial de desequilibrar a disputa eleitoral ao permitir a interferência estrangeira e criar uma vantagem exclusiva para apenas um concorrente. A peça denuncia ainda que uma plataforma atualmente suspensa no Brasil tem viabilizado apostas sobre o resultado da eleição.

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“A proteção da liberdade de escolha do eleitor, portanto, não se limita à garantia formal do ato de votar, pressupõe também que a formação da vontade eleitoral ocorra dentro das regras que asseguram igualdade de oportunidades entre os participantes da disputa, transparência quanto aos recursos empregados na campanha e ausência de utilização clandestina de estruturas econômicas ou políticas incompatíveis com o ordenamento eleitoral brasileiro”, diz trecho da ação.

Diante do cenário, o partido solicita a responsabilização da rede social X, a fim de conter disparidades na disputa pela plataforma, além da remoção imediata dos conteúdos. O pedido aguarda análise do TSE.

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