Saúde quer criar políticas para os cerca de 30 milhões de trabalhadores informais do Brasil
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha criou grupo de trabalho para elaborar estratégias de atenção e vigilância voltadas a esse público
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O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quer criar políticas públicas para os trabalhadores informais, como autônomos, ambulantes, entregadores por aplicativo e diaristas. O titular da pasta criou um Grupo de Trabalho Ministerial para elaborar medidas de fortalecimento das ações de formação, atenção e vigilância em saúde voltadas para esse público.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 30 milhões de brasileiros atuam em funções autônomas, sem nenhum vínculo trabalhista.
O grupo deve, ao longo dos próximos 12 meses, realizar um diagnóstico sobre as atuais políticas de saúde do trabalhador informal, definir prioridades, prazos e recursos necessários, além de propor novos mecanismos de monitoramento.
A expectativa do ministério é ouvir também a sociedade civil, através da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora do Conselho Nacional de Saúde. Também participarão como convidados permanentes representantes dos ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social, dos Direitos Humanos e do Desenvolvimento Social.
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