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Se neutra, Raquel terá apoio do PL à reeleição em Pernambuco

Neutralidade vira ativo eleitoral, e governadora tenta equilibrar Lula e PL na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, planeja manter sua neutralidade política na campanha de reeleição.
  • Líderes do PL no estado estão dispostos a apoiar Raquel, desde que ela permaneça equidistante de Lula e do PL.
  • Raquel solicitou ao presidente Lula a manutenção de sua base política, mas evita se expor em palanques eleitorais.
  • Pesquisas indicam que Raquel está se aproximando do prefeito João Campos nas intenções de voto, o que pode influenciar a eleição.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Raquel Lyra (PSD) pretende seguir neutra; caso mude de ideia, alianças balançam Redes sociais/Reprodução

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), foi eleita adotando um discurso de neutralidade política — estratégia que deve repetir na campanha pela recondução ao cargo. Ao R7 Planalto, lideranças do PL no estado indicaram que há espaço para apoiar a gestora, desde que ela preserve essa postura equidistante no cenário nacional.


Em agenda recente com o presidente Lula em Pernambuco, a chefe do Executivo solicitou a manutenção da bênção política do petista, embora prefira evitar exposição em palanques presidenciais. A sinalização é de que a governadora busca respaldo institucional sem assumir alinhamentos explícitos.

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De acordo com interlocutores ouvidos pela coluna, Lula não demonstrou resistência ao pedido. Pesquisas recentes apontam que Raquel reduziu a vantagem do prefeito do Recife, João Campos (PSB), até então considerado favorito na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. Em um eventual segundo turno, a bênção do presidente pode ter peso decisivo.


A análise é de que se sustentar uma posição moderada, a governadora manterá canais abertos tanto com o governo federal quanto com forças de centro, preservando margem de negociação ao longo da corrida eleitoral.

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