Sucessão na PF cria impasse para dividir Ministério da Justiça e Segurança Pública
Diretor-geral é de extrema confiança de Lula
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília
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O nome de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, para comandar um eventual Ministério da Segurança Pública esbarra em definir a sucessão na PF.
Rodrigues é um dos mais cotados para assumir a nova pasta, caso o presidente Lula opte por, de fato, dividir o Ministério da Justiça — como prometeu na campanha eleitoral de 2022.
À frente da PF desde o início deste mandato de Lula, Rodrigues, porém, não teria “um sucessor” pronto a assumir o comando da corporação em pleno ano eleitoral. Ele comandou a equipe de segurança de Lula durante a campanha presidencial de 2022 e foi escolhido para chefiar a PF ainda na transição de governo.
Outro fator pesa para a escolha de Rodrigues para a Segurança: a confiança de Lula. Em ano eleitoral, o diretor-geral da PF pode ter papel crucial na definição do esquema de segurança.
Rodrigues detém a confiança máxima do presidente e da primeira-dama Janja. Hoje, segundo aliados, não haveria outra pessoa com o mesmo prestígio para comandar a PF.
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