Toffoli enfrenta o 26º pedido de impeachment no Senado
Ministro do STF admitiu ser sócio de empresa que recebeu dinheiro do Banco Master; magistrado se recusa a deixar relatoria do processo
R7 Planalto|Do R7, em Brasília
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No epicentro de mais um escândalo que envolve o Banco Master, o ministro Dias Toffoli, do STF, enfrenta o 26º pedido de impeachment no Senado.
O magistrado admitiu ser sócio da empresa Maridt Participações S.A., que vendeu a participação no Resort Tayayá, no Paraná, a um fundo do cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira.
A mais nova representação acaba de ser apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e pelo deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS). Com isso, quatro dos pedidos de impeachment foram protocolados neste ano.
Apesar do número crescente de representações que pedem a saída do ministro do STF, elas não têm chance de prosperar no Senado.
Nessa terça-feira (11), a PF (Polícia Federal) entregou ao ministro Edson Fachin o material encontrado no celular de Vorcaro, com menções ao nome de Toffoli.
Contudo, o presidente do STF encaminhou o caso a Toffoli, para que ele mesmo analise se vai se declarar impedido.
Por meio de nota, Toffoli não fez menção a uma eventual suspeição e disse que só se tornou relator do Caso Master no Supremo quando a “Maridt não fazia mais parte do grupo Tayayá Ribeirão Claro”.
O ministro também não informou quanto recebeu nas negociações, mas disse que todas as vendas das participações da empresa no resort ocorreram “dentro de valor de mercado”.
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