Trump x Venezuela: atuação de Lula deve envolver ‘aliança internacional’
Petista não deve conversar diretamente com Trump sobre o assunto
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aliados do presidente Lula acreditam que o petista não deve entrar “de cabeça” na situação que envolve a Venezuela, com a prisão do ditador Nicolás Maduro e a invasão militar de Donald Trump.
Lula não deve, por exemplo, telefonar para o americano para tratar diretamente do assunto. A atuação pretende focar na construção de uma aliança internacional, na tentativa de isolar Trump.
Isso porque o governo avalia que o presidente dos EUA não voltará atrás.
O objetivo, então, é agregar os governos que, assim como Lula, condenaram a ação dos EUA que prendeu Maduro. Nessa quinta-feira (8), o brasileiro discutiu a situação venezuelana com líderes de ao menos três países: o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e a presidente do México, Claudia Sheinbaum.
Leia mais
Posição semelhante foi adotada por Lula em julho do ano passado, após as eleições que supostamente elegeram Maduro. O ditador negou-se a apresentar as atas com as informações das urnas.
Em comunicado conjunto, Brasil, México e Colômbia pediram a divulgação dos dados e reforçaram uma “verificação imparcial”. Maduro nunca apresentou as atas, e a oposição a ala alega ter vencido a disputa.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp















